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Mulheres na Ciência: 10 cientistas que os estudantes precisam conhecer

9 de fevereiro de 2026,
E-docente
Mulheres na ciência - 10 cientistas pelo Mundo

Um jaleco branco, óculos de proteção, cabelos arrepiados, mãos ocupadas com frascos de líquidos brilhantes e potencialmente explosivos, cálculos matemáticos e uma pitada de loucura e fascínio… a descrição ideal da figura de um cientista, certo? Na verdade, essas são características frequentemente atribuídas pelo senso comum aos profissionais da área das ciências.

É muito comum que, em filmes, séries, desenhos e livros, essa persona represente o estereótipo do “cientista maluco”, geralmente retratado como um homem branco, estudioso e extremamente dedicado ao trabalho, passando horas isolado dentro de um laboratório.

O Estereótipo na Ciência e a Necessidade de Diversidade

Esse imaginário, no entanto, desconsidera a diversidade de áreas e práticas científicas existentes, reforçando a ideia equivocada de que a ciência se limita a experimentos realizados em ambientes laboratoriais. Além disso, esse estereótipo também sustenta uma visão limitada e excludente da produção científica, ao reforçar um modelo de gênero que invisibiliza as mulheres e ignora sua atuação histórica e contemporânea como produtoras ativas do conhecimento científico.

Diante desse cenário, torna-se fundamental ampliar as referências apresentadas no ensino de ciências, evidenciando a presença e a contribuição das mulheres na construção do conhecimento científico. A escola ocupa um papel central nesse processo, pois é um espaço potente para a desconstrução de estereótipos e para a valorização da diversidade de trajetórias, áreas e práticas científicas.

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Ao apresentar às(aos) estudantes a história e as descobertas de mulheres cientistas – muitas vezes silenciadas ou apagadas dos registros tradicionais –, a educação contribui não apenas para uma compreensão mais justa e completa do progresso da humanidade, mas também para a ampliação de repertório e de possibilidades. Assim, desde cedo, meninas passam a se reconhecer como sujeitas capazes de sonhar, criar e ocupar espaços na ciência, percebendo que essas trajetórias são possíveis e legítimas nas mais diversas áreas do conhecimento.

Conhecer para valorizar: mulheres na construção da ciência

Conheça, a seguir, uma lista de 10 mulheres cientistas que os(as) estudantes precisam conhecer, valorizando diferentes saberes, vivências e contribuições científicas que ampliam a compreensão sobre a diversidade de áreas e trajetórias na ciência.

1. LÉLIA GONZALEZ – Cientista social

Lélia de Almeida Gonzalez foi uma intelectual e cientista social brasileira, nascida em Belo Horizonte, cujo trabalho se destacou pela articulação entre raça, gênero, classe e cultura no Brasil.

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Formada em História, Geografia, Filosofia e com estudos posteriores em Comunicação e Antropologia, Lélia desenvolveu uma produção teórica inovadora que questionou as estruturas racistas e sexistas da sociedade brasileira, destacando a importância de reconhecer as experiências e saberes de mulheres negras e de povos afrodescendentes na construção do conhecimento social e cultural.

Ela participou ativamente de movimentos sociais, ajudando a fundar o Movimento Negro Unificado e outras organizações que ampliaram o debate antirracista no país. Também introduziu conceitos como amefricanidade para valorizar epistemologias originárias da diáspora africana e latino-americana.

A obra e a atuação de Lélia influenciam diversas áreas das Ciências Humanas e Sociais até hoje, sendo fundamental para entender as intersecções entre raça, gênero e classe na sociedade brasileira.

Educadores(as) podem utilizar a trajetória de Lélia Gonzalez em sala de aula para promover discussões sobre diversidade, justiça e desigualdades estruturais, evidenciando como as Ciências Sociais interpretam relações de poder e identidade – ampliando a compreensão dos(as) estudantes sobre ciência como prática humana e social.

2. NIÈDE GUIDON – Arqueóloga

Niède Guidon foi uma arqueóloga brasileira, nascida em Jaú (São Paulo) em 1933, reconhecida internacionalmente por suas pesquisas sobre a pré-história da América e pela defesa do patrimônio arqueológico no Brasil.

Formada em História Natural pela Universidade de São Paulo, ela deu continuidade à sua formação na França, especializando-se em arqueologia pré-histórica na Sorbonne, e dedicou grande parte de sua vida ao estudo do Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí.

Nesse território, identificou centenas de sítios arqueológicos com pinturas rupestres e vestígios de ocupação humana, incluindo evidências com datações que chegam a cerca de 32 mil anos, um período muito anterior aos aproximadamente 13 mil anos, que, até então, eram amplamente aceitos como marco da presença humana nas Américas.

Essas descobertas tiveram impacto significativo no debate científico internacional, ao questionarem teorias consolidadas sobre o povoamento do continente, além de contribuírem para a criação do parque e para seu reconhecimento como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – Unesco (CNN Brasil, 2025; Fapesp, 2025).

A trajetória de Guidon permite que educadores(as) trabalhem em sala de aula temas como investigação científica, construção e revisão do conhecimento histórico, arqueologia e preservação do patrimônio material e imaterial da humanidade, mostrando como a ciência é dinâmica e construída a partir de evidências variadas.

3. MAE JEMISON – Astronauta

Mae Carol Jemison é uma médica, engenheira e ex-astronauta estadunidense, nascida em 17 de outubro de 1956 em Decatur, Alabama, que ficou marcada na história como a primeira mulher negra a viajar ao espaço.

Formou-se em Engenharia Química e em Estudos Afro-americanos pela Stanford University e, posteriormente, obteve o título de doutora em Medicina pela Cornell University, antes de atuar como oficial médica no Corpo da Paz na África Ocidental.

Em 1987, foi selecionada pela National Aeronautics and Space Administration/ Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) para integrar o grupo de astronautas e, em setembro de 1992, embarcou na missão STS-47 a bordo do ônibus espacial Endeavour, realizando experimentos científicos em gravidade zero e passando cerca de 190 horas em órbita terrestre. Este foi um marco não só na exploração espacial, mas também na representatividade feminina e racial em áreas de Ciência e Tecnologia (Nasa, 2024; Britannica).

Após deixar a Nasa, Jemison dedicou-se à educação científica, fundando iniciativas como a Dorothy Jemison Foundation for Excellence e programas que incentivam o pensamento crítico em estudantes, além de liderar projetos voltados à integração da ciência com questões socioculturais.

Educadores(as) podem usar sua trajetória para inspirar estudantes a perceberem como diversas formações – em Medicina, Engenharia e pesquisa – podem convergir em carreiras científicas inovadoras, além de reforçar a importância da inclusão e da diversidade nos campos de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, os campos STEM.

4. MARIE CURIE – Química

Marie Skłodowska Curie foi uma cientista polonesa naturalizada francesa cuja trajetória marcou de forma decisiva a história da ciência moderna. Nascida em 1867, ela construiu sua formação científica em Paris (França), onde passou a investigar fenômenos relacionados à emissão de energia por determinados materiais, dando origem a um novo campo de estudos que mais tarde seria conhecido como radioatividade.

A partir dessas pesquisas, Curie identificou dois novos elementos químicos, o polônio e o rádio, cujas propriedades abriram caminhos inéditos para a Física e a Química. Seu trabalho pioneiro lhe rendeu reconhecimento internacional, tornando-a a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel, em 1903, e posteriormente a única pessoa a conquistar o Nobel em duas áreas científicas distintas, ao ser premiada também em Química, em 1911.

As descobertas de Marie Curie tiveram impacto direto no desenvolvimento de aplicações médicas, especialmente no uso da radiação para tratamentos como a radioterapia, além de terem influenciado pesquisas que moldaram a ciência do século XX.

Em sala de aula, sua trajetória permite que educadores(as) abordem temas como interdisciplinaridade, persistência na pesquisa científica e protagonismo feminino na ciência, mostrando como o conhecimento científico pode gerar avanços concretos para a sociedade.

5. HIPÁTIA DE ALEXANDRIA – Matemática

Hipátia de Alexandria foi uma matemática, filósofa e astrônoma da Antiguidade, reconhecida como uma das primeiras mulheres a se destacar na história das Ciências Exatas. Filha de Teão, também estudioso de Matemática e Filosofia, Hipátia viveu na cidade de Alexandria (no atual Egito) por volta dos séculos IV e V d.C., onde se tornou referência em Geometria, Álgebra e no ensino de teorias astronômicas.

Sua atuação como professora e pensadora num contexto dominado por figuras masculinas fez dela um símbolo de resistência intelectual, e seus ensinamentos influenciaram gerações de estudantes e estudiosos. Hipátia também era admirada por sua habilidade em explicar conceitos complexos de forma clara, reunindo discípulos de diferentes partes do mundo antigo. Embora muitos de seus escritos tenham se perdido, seu nome permanece associado à busca pelo conhecimento racional e ao papel das mulheres na construção das ciências matemáticas.

Em contextos escolares, sua história pode ser utilizada para discutir com estudantes como as mulheres sempre participaram e contribuíram para áreas como a Matemática, mesmo em épocas e espaços que lhes negavam pleno acesso ao saber, fortalecendo reflexões sobre gênero, história da ciência e inclusão.

6. SIMONE DE BEAUVOIR – Filósofa

Simone de Beauvoir foi uma filósofa, escritora e intelectual francesa cujo pensamento influenciou profundamente as discussões sobre existência, liberdade e gênero no século XX.

Nascida em 1908 em Paris (França), ela estudou Filosofia e desenvolveu uma obra marcante que questiona as normas sociais que moldam a experiência humana, especialmente a condição das mulheres na sociedade. Em seu livro mais conhecido, O Segundo Sexo, Beauvoir examina como as convenções culturais e históricas tratam as mulheres como “o Outro” em relação aos homens, abrindo caminhos para reflexões que ajudaram a fundamentar o movimento feminista contemporâneo.

Sua contribuição vai além da filosofia acadêmica, influenciando áreas como Sociologia, Estudos de Gênero e Educação, ao chamar atenção para a importância de compreender como estruturas sociais afetam a vida de indivíduos e grupos. Em sala de aula, a trajetória e as ideias de Simone de Beauvoir podem ser exploradas para promover debates sobre identidade, equidade, estudos de gênero e pensamento crítico, incentivando estudantes a questionarem pressupostos culturais e a entenderem a filosofia como ferramenta para analisar e transformar a realidade social.

7. BERTHA LUTZ – Bióloga

Bertha Maria Júlia Lutz foi uma bióloga, zoologista e militante feminista brasileira, nascida no Rio de Janeiro em 1894, que marcou a história tanto das Ciências Naturais quanto da luta pelos direitos das mulheres.

Filha de um também renomado biólogo, Lutz aprofundou sua formação em zoologia na França e, ao retornar ao Brasil, dedicou-se ao estudo de salamandras e outros anfíbios, contribuindo para a compreensão da diversidade biológica sul-americana.

Ao longo de sua carreira, ela foi responsável por importantes pesquisas científicas e também por fortalecer instituições científicas brasileiras, além de integrar a equipe do Instituto Oswaldo Cruz. Paralelamente, Bertha Lutz teve papel central no movimento feminista brasileiro, articulando campanhas pelo direito ao voto feminino, participação política e igualdade de gênero em espaços públicos e acadêmicos.

Sua trajetória singular evidencia como ciência e compromisso social podem caminhar juntos, e, na escola, seu exemplo pode ser trabalhado para discutir diversidade biológica e movimentos sociais, reforçando para estudantes que a atuação científica pode ir além do laboratório e dialogar com transformações sociais profundas.

8. JAQUELINE GOES DE JESUS – Biomédica

Jaqueline Goes de Jesus é uma biomédica e pesquisadora brasileira, natural de Salvador (Bahia), cuja atuação científica ganhou destaque durante a pandemia de covid-19.

Graduada em Biomedicina e doutora em Patologia Humana e Experimental, ela desenvolve pesquisas na área de virologia e genômica, com foco no estudo de vírus que impactam a saúde pública. Jaqueline integrou a equipe responsável pelo sequenciamento do genoma do SARS-CoV-2 no Brasil apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso, um marco científico que contribuiu para compreender a circulação do vírus no país e subsidiar decisões sanitárias em um momento de extrema incerteza.

Sua trajetória evidencia o papel estratégico da ciência brasileira em contextos de crise e destaca a importância de reconhecer pesquisadoras nacionais que atuam na linha de frente da produção do conhecimento. Ao trabalhar sua história, a escola pode valorizar a ciência produzida no Brasil e reforçar, junto aos estudantes, a relevância social do trabalho científico em períodos delicados como o enfrentamento de uma pandemia.

9. MÁRCIA WAYNA KAMBEBA – Geógrafa

Márcia Wayna Kambeba é uma geógrafa, poeta e pesquisadora brasileira de etnia Omágua/Kambeba, nascida na aldeia Belém do Solimões, no Alto Solimões (AM).

Formada em Geografia pela Universidade do Estado do Amazonas, com mestrado pela Universidade Federal do Amazonas, sua produção intelectual mescla o olhar geográfico sobre território e identidade étnica com uma expressiva obra literária em poesia, muitas vezes influenciada pela tradição oral indígena e pela literatura de cordel, refletindo vivências, conflitos urbanos e a luta dos povos originários.

Além de geógrafa, Márcia é reconhecida por suas expressões artísticas – escrevendo poemas, contos e ensaios – e por sua atuação em espaços de diálogo cultural e político, tendo sido a primeira mulher indígena a ocupar um cargo de destaque no primeiro escalão da Prefeitura de Belém, como ouvidora geral, fortalecendo a representatividade indígena em instâncias públicas.

Sua trajetória oferece uma oportunidade rica dentro da Educação para a valorização de perspectivas culturais e geográficas diversas, mostrando aos estudantes como conhecimentos indígenas e expressões artísticas podem dialogar com a geografia acadêmica e inspirar reflexões sobre identidade, território e justiça social contemporânea.

10. EMILIA FERREIRO – Psicolinguista

Emilia Beatriz Maria Ferreiro Schavi foi uma psicóloga argentina cujas pesquisas transformaram profundamente a forma de compreender a alfabetização.

Formada em Psicologia e influenciada pela epistemologia genética de Jean Piaget, ela desenvolveu a teoria da psicogênese da língua escrita, que evidencia que as crianças constroem ativamente hipóteses sobre a escrita a partir de suas interações com o mundo, e não apenas por meio da memorização de letras e sons.

Essa perspectiva redefiniu práticas pedagógicas ao reconhecer as crianças como sujeitos do próprio aprendizado e influenciou políticas educacionais e formações docentes em diversos países da América Latina, incluindo o Brasil. O legado de Emilia Ferreiro segue vivo na educação contemporânea por meio de iniciativas como a Rede Latino-americana de Alfabetização, que promove estudos, debates e ações formativas inspiradas em suas contribuições teóricas.

 Sua obra permanece como referência fundamental para que a escola valorize abordagens de alfabetização que compreendam a leitura e a escrita como um processo ativo, significativo, cultural e contínuo.

Mulheres cientistas e a transdisciplinaridade na escola

A abordagem de mulheres cientistas na escola ganha ainda mais potência quando integrada a projetos pedagógicos transdisciplinares, capazes de articular diferentes áreas do conhecimento em torno de problemas, temas e contextos históricos comuns.

Ao apresentar cientistas de campos diversos – como Biologia, Geografia, Filosofia, Matemática, Ciências Sociais e Saúde –, os(as) professores(as) podem promover atividades que conectem saberes científicos, culturais, históricos e sociais, evidenciando como essas produções não acontecem de forma isolada, mas dialogam entre si e com os desafios de cada época.

Projetos que envolvam pesquisas biográficas, análise de contextos históricos, produção de mapas conceituais, exposições, seminários, podcasts ou materiais digitais permitem que os(as) estudantes reconheçam a contribuição das mulheres para conquistas fundamentais da humanidade, ao mesmo tempo que desenvolvem habilidades de investigação, argumentação e trabalho colaborativo. Nesse processo, a escola amplia as possibilidades de aprendizagem ao favorecer conexões significativas entre conteúdos curriculares e ao tornar visível a atuação feminina na construção do conhecimento, fortalecendo uma educação mais integrada, crítica e socialmente referenciada

Conclusão

Reconhecer e divulgar as contribuições das mulheres para a construção do conhecimento científico é um passo essencial para ampliar horizontes, romper silenciamentos históricos e fortalecer uma educação comprometida com a equidade. Ao tornar visíveis essas trajetórias, a escola cria condições para que meninas se reconheçam como sujeitas capazes de produzir ciência, ocupar espaços de protagonismo e projetar futuros possíveis nas mais diversas áreas do saber.

Mais do que ampliar repertórios, esse movimento contribui para a formação de estudantes críticos, sensíveis às desigualdades e conscientes de que o conhecimento é uma construção coletiva, diversa e situada historicamente. Assim, valorizar mulheres cientistas no contexto escolar não é apenas um ato de reparação, mas uma estratégia potente para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e igualitária.

Minibio da autora

Beatriz Rodrigues Gomes Vidal é graduada em Ciências Sociais (bacharelado e licenciatura) pela Universidade de São Paulo (USP). Atua como professora na Educação Básica, lecionando disciplinas da área de Humanidades no Ensino Médio. Possui experiência também como professora bilíngue, tendo lecionado inglês para diferentes faixas etárias e obtido certificação de Cambridge. Pesquisadora em Antropologia, realizou pesquisa etnográfica com foco em questões de gênero, desenvolvida em unidades de acolhimento público na cidade de Santos (SP). É também autora de materiais didáticos para o Ensino Fundamental, na área de Ciências Humanas. Seu percurso articula formação acadêmica, pesquisa e prática docente em contextos diversos, sempre voltados à reflexão crítica e ao desenvolvimento integral dos estudantes.

Referências

CNN BRASIL. Quem é Niède Guidon, arqueóloga brasileira que morreu aos 92 anos. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/quem-e-niede-guidon-arqueologa-brasileira-que-morreu-aos-92-anos/. Acesso em: 1 fev. 2026.

FAÇANHA, A. A. de B.; ARAÚJO, H. M. de; MONTEIRO, R. K. da S. Mulheres cientistas e suas contribuições para o ensino de ciências. Revista Ciências & Ideias, ISSN 2176-1477, [S. l.], v. 16, n. 1, p. e25162648, 2025. DOI: 10.22407/2176-1477/2025.v16.2648. Disponível em: https://revistascientificas.ifrj.edu.br/index.php/reci/article/view/2648. Acesso em: 1 fev. 2026.

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO (FAPESP). Arqueóloga que revolucionou a história da ocupação humana nas Américas morre aos 92 anos. Disponível em: https://agencia.fapesp.br/arqueologa-que-revolucionou-a-historia-da-ocupacao-humana-nas-americas-morre-aos-92-anos/54950. Acesso em: 1 fev. 2026.

LABORATÓRIO DE EVOLUÇÃO BIOLÓGICA – UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (LEB UFES). Bertha Lutz. Disponível em: https://leb.ufes.br/pt-br/bertha-lutz. Acesso em: 2 fev. 2026.

LETRAS – UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG). Lélia Gonzalez. Literafro – O portal da literatura afro-brasileira. Disponível em: https://www.letras.ufmg.br/literafro/ensaistas/1204-lelia-gonzalez. Acesso em: 1 fev. 2026.

LIVRO VIVORP. Márcia Wayna Kambeba. Disponível em: https://www.livrovivorp.com/marcia-wayna-kambeba. Acesso em: 2 fev. 2026.

MUSEU CATAVENTO. Jaqueline Goes de Jesus. Disponível em: https://museucatavento.org.br/mulheres-na-ciencia/jaqueline-goes/FOLDER.pdf. Acesso em: 2 fev. 2026.

NATIONAL AERONAUTICS AND SPACE ADMINISTRATION (NASA). Mae Jemison, M.D. Disponível em: https://www.nasa.gov/people/mae-jemison-m-d/. Acesso em: 2 fev. 2026.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Transforming our world: the 2030 Agenda for Sustainable Development. A/RES/70/1, 21 out. 2015. Disponível em: https://www.un.org/en/development/desa/population/migration/generalassembly/docs/globalcompact/A_RES_70_1_E.pdf. Acesso em: 1 fev. 2026.

REVISTA EDUCAÇÃO. A alfabetização sob a perspectiva de Emilia Ferreiro. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/05/19/alfabetizacao-emilia-ferreiro/. Acesso em: 2 fev. 2026.

REVISTA GALILEU. Conheça Hipátia de Alexandria, a primeira mulher matemática da história. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2019/08/conheca-hipatia-de-alexandria-primeira-mulher-matematica-da-historia.html. Acesso em: 2 fev. 2026.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE RADIOTERAPIA (SBRT). Marie Curie. Disponível em: https://sbradioterapia.com.br/pacientes-e-leigos/historia-da-radioterapia/marie-curie/. Acesso em: 2 fev. 2026.

UNICAMP – UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Simone de Beauvoir. Mulheres na Filosofia. Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/simone-de-beauvoir-2/. Acesso em: 2 fev. 2026.

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