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Ideb nos Anos Iniciais: estratégias de alfabetização e letramento

16 de junho de 2026,
E-docente
Ideb nos anos iniciais

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado para mensurar a qualidade da Educação Básica no Brasil e leva em consideração tanto o desempenho dos estudantes nas avaliações do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) quanto o fluxo escolar, que se refere às taxas de aprovação, reprovação e abandono escolar.

Divulgado a cada dois anos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Ideb constitui-se como importante instrumento para monitoramento das políticas educacionais.

Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, o Ideb assume papel relevante, pois nessa etapa os estudantes desenvolvem competências e habilidades básicas de leitura e escrita. A alfabetização na idade certa e os processos de letramento têm sido grandes desafios para o sistema educacional do país, agravados no contexto da pandemia de Covid-19.

O panorama da alfabetização e os indicadores do Ideb nos anos iniciais

A Pesquisa Alfabetiza Brasil, realizada pelo Inep em 2023, consistiu em um estudo com professores alfabetizadores e especialistas de todo o país, com objetivo de subsidiar um padrão nacional de alfabetização. A partir desse estudo, foram definidos critérios e estabelecido um ponto de corte correspondente à proficiência 743 da escala do Saeb, considerado como o padrão mínimo de desempenho em Língua Portuguesa.

Esse ponto de corte é utilizado como referência para identificar se a criança está alfabetizada ao final do 2º ano do Ensino Fundamental. Isto indica que, ao atingir a nota 743 ou mais, o estudante demonstra capacidade de ler palavras, frases e textos simples, localizar informações explícitas em textos verbais e não verbais, fazer inferências em textos multimodais, bem como produzir textos no cotidiano.

Esse parâmetro reforça a importância de práticas pedagógicas eficazes de alfabetização e letramento, uma vez que o desenvolvimento dessas competências impacta diretamente os indicadores educacionais, como o Ideb.

Nesse contexto, destaca-se a criação do Indicador Criança Alfabetizada, utilizado para monitorar as metas do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, política que visa garantir o direito à alfabetização a todas as crianças do país até o final do 2º ano do Ensino Fundamental, bem como recompor as aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º anos impactadas pela pandemia.

O Brasil superou a meta de alfabetização em 2025 e alcançou 66% das crianças alfabetizadas, segundo o Indicador Criança Alfabetizada, divulgado pelo Inep. Apesar do avanço, alfabetizar ainda se configura como um desafio educacional, especialmente no que se refere à alfabetização na idade certa.

Nesse sentido, este artigo tem como objetivo discutir os conceitos de alfabetização e letramento, articulando-os com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e apresentar estratégias essenciais para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental que contribuam para a melhoria dos resultados educacionais relacionados à aprendizagem da leitura e da escrita.

Alfabetização e letramento nos Anos Iniciais: fundamentos e processos de aprendizagem

Alfabetização e letramento são processos distintos, porém indissociáveis, uma vez que se complementam ao longo do desenvolvimento da leitura e da escrita.

Alfabetizar consiste em possibilitar que a criança se aproprie do sistema de escrita alfabética, compreendendo a relação entre sons (fonemas) e letras (grafemas) e desarrollando as habilidades de codificação e decodificação, fundamentais para leitura e escrita (Soares, 2018).

O letramento refere-se à inserção das crianças em práticas sociais de leitura e escrita, possibilitando o uso da linguagem em diferentes contextos e o desenvolvimento da compreensão crítica do mundo. Assim, manifesta-se em habilidades como a produção textual, adequação do texto ao contexto e objetivos comunicativos, conhecimento dos diferentes gêneros textuais e interpretação de textos.

De acordo com Soares (2018), é necessário que a alfabetização e o letramento ocorram de maneira integrada no contexto escolar. Nesse sentido, o professor precisa compreender como o estudante constrói o conhecimento da leitura e escrita de modo a realizar intervenções pedagógicas mais fundamentadas e significativas.

Leia mais: Afinal, o que é letramento?

Os níveis de desenvolvimento da escrita e o impacto no Ideb nos anos iniciais

Na obra Psicogênese da Língua Escrita, Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1999) demonstraram que a criança constrói hipóteses sobre a escrita antes mesmo da escolarização formal. Nesse processo, identificam-se os seguintes níveis de desenvolvimento da escrita:

  • Nível pré-silábico: a criança não estabelece relação entre fala e escrita e utiliza desenhos, rabiscos ou letras aleatórias para representar a escrita.
  • Nível silábico: compreende-se que a escrita representa a fala, utilizando uma letra para cada sílaba, podendo ou não haver correspondência sonora.
  • Nível silábico-alfabético: fase de transição em que a criança alterna entre a escrita silábica e alfabética.
  • Nível alfabético: compreende a relação entre fonemas e grafemas, representando a escrita de forma convencional, ainda que com possíveis dificuldades ortográficas, o que faz parte do processo de consolidação da alfabetização.

A compreensão desses níveis permite ao docente identificar em que etapa do desenvolvimento da escrita seus estudantes se encontram e estabelecer estratégias didáticas que favoreçam sua progressão.

Além do processo psicogenético, outros aspectos essenciais são o desenvolvimento da consciência fonológica e o conhecimento das letras. A consciência fonológica refere-se à capacidade de refletir sobre os sons da fala, enquanto o conhecimento das letras envolve a compreensão das correspondências entre fonemas (sons) e grafemas (letras), base do sistema de escrita alfabética.

Nesse sentido, o docente precisa compreender esses processos para planejar intervenções pedagógicas mais intencionais e eficazes, favorecendo o avanço dos estudantes na aprendizagem da leitura e da escrita, com impacto direto no desenvolvimento das competências avaliadas pelo Saeb e, consequentemente, nos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica da escola.

Além da compreensão conceitual e prática dos processos de alfabetização e letramento, o professor deve conhecer as competências e habilidades previstas na BNCC e as métricas estabelecidas pelo Saeb para Língua Portuguesa, que impactam diretamente os resultados do Ideb.

Alfabetização e letramento nos anos iniciais: BNCC, Saeb e Ideb na avaliação da aprendizagem

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) configuram-se como instrumentos centrais para a definição de expectativas de aprendizagem e o monitoramento da qualidade da educação nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

A BNCC pontua que, nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental, o trabalho deve ter foco na alfabetização, pois, uma vez inserida na cultura letrada, a criança passa a participar de forma mais ativa e protagonista na vida social, o que amplia o seu potencial de aprendizagem nos demais componentes curriculares (Brasil, 2017).

A orientação é que alfabetização e letramento ocorram de modo articulado, permitindo que a criança aprenda o código de escrita (alfabetização) e saiba utilizá-lo com sentido nas práticas sociais (letramento). O documento enfatiza competências relacionadas à compreensão leitora, à produção textual e à participação em diferentes situações comunicativas.

A área de Língua Portuguesa está dividida em quatro eixos: Oralidade, Análise Linguística/Semiótica, Leitura/Escuta e Produção de Textos. Esses eixos contemplam competências relacionadas à alfabetização, compreensão leitora, análise da língua e produção textual em diferentes gêneros.

O letramento digital é abordado de forma transversal, destacando-se na Língua Portuguesa por meio do estudo de novos gêneros textuais e da multimodalidade, isto é, textos que combinam diferentes linguagens como imagens, vídeos, gráficos e sons. Busca-se desenvolver, desde o 1º ano, a capacidade de compreender, utilizar e criar tecnologias de forma crítica e ética.

Desse modo, a BNCC estabelece que os estudantes, ao final do 2º ano do Ensino Fundamental, devem ser capazes de escrever frases e textos curtos, utilizar adequadamente pontuação, segmentação das palavras e letras maiúsculas, além de conhecer diferentes gêneros textuais e suas finalidades comunicativas.

A articulação entre as matrizes de referência do Saeb e o indicador do Ideb

O Saeb utiliza matrizes de referência compostas por competências e habilidades que os estudantes precisam desenvolver. Os descritores representam as habilidades avaliadas nas provas e os níveis de proficiência demonstram o grau de domínio apresentado pelos estudantes. Essas matrizes não se confundem com o currículo escolar, pois representam apenas um recorte das habilidades avaliadas.

Leia mais: A importância do Saeb para a educação pública

As competências desenvolvidas nos Anos Iniciais em Língua Portuguesa estão focadas em alfabetização consolidada, leitura e compreensão de textos, reconhecimento de gêneros textuais e início da leitura inferencial e crítica. No 2º ano do Ensino Fundamental, as avaliações externas têm como foco principal a fluência leitora e a consolidação da alfabetização.

As competências relacionadas ao 2º ano, considerando as avaliações de alfabetização vinculadas ao Saeb, organizam-se em três elementos principais:

  • Apropriação do sistema de escrita alfabética: desenvolvimento da consciência fonológica, consciência silábica e leitura e escrita de palavras.
  • Leitura: compreensão de textos verbais e multimodais, localização de informações explícitas, reconhecimento da finalidade do texto e realização de inferências simples.
  • Produção textual: escrita de frases e textos curtos com coerência, adequação ao gênero e convenções da escrita.

O desenvolvimento da alfabetização no 2º ano constitui a base para o avanço das habilidades avaliadas no 5º ano, cujos resultados são utilizados no cálculo do Ideb. Os descritores do 5º ano demonstram progressão da leitura, envolvendo interpretação, inferência, análise crítica, compreensão de gêneros textuais, relações de sentido e efeitos de linguagem.

Assim, evidencia-se que a avaliação não considera apenas a decodificação da escrita, mas também o letramento, ao exigir compreensão de sentidos, contextos e finalidades dos textos.

O trabalho pedagógico nos Anos Iniciais precisa articular alfabetização e letramento de modo a favorecer uma aprendizagem mais significativa da leitura e da escrita. Considerando o que preconiza a BNCC e as competências e habilidades do Saeb, o docente contribui para a melhoria do Ideb. Entretanto, o foco deve permanecer na aprendizagem dos estudantes e não na preparação técnica para testes padronizados.

Leia mais: Alfabetização e letramento científico: como unir as duas áreas nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?

Alinhar a BNCC, o Saeb e o Ideb no que tange às habilidades e competências de alfabetização e letramento é uma estratégia necessária para orientar a prática pedagógica docente, contribuindo para a melhoria da qualidade da aprendizagem.

Estratégias didáticas para alfabetização e letramento nos anos iniciais com foco no Ideb

A partir das discussões apresentadas, torna-se necessário pensar em estratégias didáticas aplicáveis ao cotidiano escolar dos Anos Iniciais, favorecendo o desenvolvimento progressivo da leitura e da escrita de forma significativa. Vejamos a proposta de intervenção didática estruturada em seis eixos complementares que o professor poderá aplicar com seus estudantes:

1. Diagnóstico inicial e acompanhamento formativo

A primeira estratégia é a realização de uma avaliação diagnóstica para identificar o nível de hipótese de escrita, desempenho na leitura e o reconhecimento do sistema de escrita dos seus estudantes. A partir desse diagnóstico, é fundamental realizar avaliações formativas periódicas para acompanhar a evolução das aprendizagens, identificar dificuldades que precisam ser superadas e reorientar as práticas pedagógicas.

Leia mais: Avaliação Formativa na prática: Como ir além da nota e usar o erro como ferramenta de aprendizagem

2. Intervenções no sistema de escrita (alfabetização)

Nesta etapa destaca-se o trabalho com o sistema de escrita alfabética por meio do desenvolvimento da consciência fonológica e da relação entre fonemas e grafemas. As estratégias incluem atividades de identificação de sons iniciais e finais das palavras, jogos de rima e aliteração, uso do alfabeto móvel, ditado de sílabas e palavras, leitura de palavras simples com apoio de imagens e atividades de segmentação de sons. Estas práticas favorecem a consolidação da alfabetização inicial.

Leia mais: Alfabetização tardia: a recuperação de anos de lacunas com práticas simples, intensivas e significativas

3. Prática de leitura e letramento

O desenvolvimento do letramento precisa ocorrer por meio de situações reais de uso da linguagem. Entre as estratégias estão leitura compartilhada, leitura deleite, rodas de conversa, contação de histórias, reconto e reconstrução coletiva de textos e trabalho com diferentes gêneros textuais. Essas ações favorecem compreensão, interpretação e participação ativa dos estudantes em práticas sociais de leitura.

4. Produção textual e letramento escrito

A produção textual deve ocorrer de forma contínua e progressiva, considerando diferentes gêneros textuais presentes no cotidiano dos estudantes. As estratégias incluem produção coletiva de textos, escrita de bilhetes, listas, convites e gêneros diversos, revisão compartilhada e reescrita com apoio docente. Esse trabalho possibilita que o estudante compreenda a escrita como prática social.

5. Ambiente alfabetizador e práticas de incentivo à leitura

O ambiente escolar precisa incentivar o contato constante com a leitura e a escrita. As ações incluem criação do cantinho de leitura, exposição de produções dos estudantes, uso de crachás com nomes, presença de textos diversos no ambiente, sacola literária para leitura com a família e incentivo ao uso da biblioteca escolar. Estas práticas ampliam o contato do estudante no cotidiano com a leitura e fortalecem o vínculo com a cultura escrita.

6. Recursos tecnológicos e mediação pedagógica

O uso de recursos digitais complementa o processo de alfabetização e letramento, promovendo interatividade e motivação. Destacam-se jogos educativos digitais, atividades em plataformas como Wordwall e Kahoot! e softwares específicos de alfabetização, como o Graphogame. Esses recursos devem ser utilizados com intencionalidade pedagógica.

Sintetizando, essa proposta integra ações sistemáticas de ensino do sistema de escrita com práticas sociais de leitura e produção textual, articulando diagnóstico, intervenção e acompanhamento contínuo. Dessa forma, contribui para o desenvolvimento das competências de alfabetização e letramento previstas na BNCC e avaliadas pelo Saeb.

Considerações finais

As discussões apresentadas evidenciam que alfabetização e letramento constituem a base para o desenvolvimento das competências de leitura e escrita nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

A articulação entre BNCC, Saeb e Ideb permite ao docente compreender as expectativas de aprendizagem, os processos avaliativos e os indicadores de qualidade educacional, orientando práticas pedagógicas mais intencionais e fundamentadas.

A implementação de estratégias didáticas estruturadas, integrando diagnóstico, intenvenção e acompanhamento contínuo, favorece uma aprendizagem mais significativa e o desenvolvimento progressivo das habilidades de leitura e escrita. O trabalho pedagógico precisa articular o ensino sistemático da escrita com práticas sociais reais de uso da linguagem, garantindo avanços tanto na alfabetização quanto no letramento.

Por fim, ressalta-se que o foco do trabalho docente deve permanecer na aprendizagem dos estudantes e não na preparação técnica para avaliações externas, sendo a avaliação formativa um elemento central para a melhoria da qualidade educacional e, consequentemente, de indicadores como o Ideb.

Referências

BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Alfabetiza Brasil. Brasília, DF: Inep, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/alfabetiza-brasil. Acesso em: 24 abr. 2026.

BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Matriz de referência de Língua Portuguesa do Saeb. Brasília, DF: Inep, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/acervo-linha-editorial/publicacoes-institucionais/avaliacoes-e-exames-da-educacao-basica/matrizes-de-referencias-de-lingua-portuguesa-e-matematica-do-saeb?utm_source=chatgpt.com . Acesso em: 24 abr. 2026.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2017.

BRASIL. Ministério da Educação. Brasil supera meta de alfabetização na idade certa. Brasília, DF: MEC, 23 mar. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/brasilsuperameta-de-alfabetizacao-na-idade-certa. Acesso em: 24 abr. 2026.

BRASIL. Ministério da Educação. Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. Brasília, DF: MEC, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada/selo-nacional-compromisso-com-alfabetizacao. Acesso em: 24 abr. 2026.

CARVALHO, M. V. L; DAMASCENO, M. F. C; CARVALHO, M. A. F. Discurso e Autoria: Caminhos da Produção Textual. Cadernos Cajuína, v. 9, n. 3, p. 01-15. Disponível em: https://v3.cadernoscajuina.pro.br/index.php/revista/article/view/628. Acesso em: 24 abr. 2026.

FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento.7 ed. São Paulo: Contexto, 2018.

Minibio da autora

Renata Araújo é docente adjunta do Departamento de Educação a Distância e Tecnologias da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UAEADTec/UFRPE), atuando em seus diversos cursos de licenciaturas a distância. Doutora em Tecnologia na Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica (Edumatec) na Universidade Federal de Pernambuco (UFRPE) e realizou doutorado-sanduíche junto à Universidade Aberta de Portugal (UA-PT). É mestre em Educação Matemática e Tecnológica (Edumatec) pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), especialista em Psicologia na Educação pela UFPE e Licenciada em Pedagogia pela mesma instituição. Atuou como docente na graduação da Universidade Joaquim Nabuco, na Pós-graduação da Uninassau, produtora de material didático para cursos a distância da Uninassau, na Educação Básica pela Prefeitura da Cidade do Recife (2009-2016) e como docente do Instituto Federal do Ceará (2017-2018). Autora dos e-books Viver Histórias, respirando Artes: catálogo de artistas e obras (2024) pela Editora Conexões UAEDTec (link: https://arandu.ufrpe.br/items/11705303-7bd2-4b8d-8721-87cc99a14910) e A Interatividade como Processo na Avaliação da Aprendizagem na Educação online (2018) pela Editora da Universidade Federal de Pernambuco (link: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/82).

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